domingo, 9 de agosto de 2009

GAMP! O olhar do Designer. O olhar para o Design. Inscrições abertas!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Buttons dos Professores!


Chegaram os novos buttons pra vc, aluno astuto, botar pra fora aquilo que vc sempre quiz dizer e agora está autorizado a falar! Esta é uma inciativa dos professores do departamento de design para conseguirmos uma grana pra ajudar a cobrir as despesas da nossa Semana Acadêmica, o GAMP, que acontece em setembro. Dá uma olhada: www.gampdesign.com.br

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Mural - Animação Univille

Montagem do painel feito para a disciplina de Linguagem Visual do Prof. Elcio. Com a participação de 100% dos alunos do curso de Animação e alguns professores.



quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vaga Designer. Contratação imediata.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Spider! Spider! SPIDER!

Como trabalho final da disciplina de ilustração II, estive trabalhando com a turma do 7º Semestre noturno de Design Gráfico da Univille em uma atividade relacionada a produção de cartazes e adequação de estilo à diferentes propostas.

Seriam produzidos 2 cartazes para um mesmo filme: o primeiro cartaz nos moldes convencionais de hollywood e o segundo seguindo a tradição estética polonesa (leia o post sobre os cartazes poloneses para o cinema americano). Para tanto, os estudantes pesquisaram e observaram as duas abordagens e seguir a produziram um relatório com suas constatações.

A partir dai foi a apresentado filme-tema para o projeto: a produção fictícia "Italian Spiderman", uma paródia competente feita a em formato de Trailer por estudantes de cinema australianos. A bricandeira cresceu e ganhou varios episodios. Confira o primeiro trailer abaixo:



Site oficial da Alguro, Produtora de Italian Spiderman
Episodios em Italianês, legendados em inglês.

Para a produção das versões polonesa e hollywoodiana do cartaz de Italian Spiderman os alunos deveriam empregar várias tecnicas aprendidas durante o curso bem como dentro disciplina de Ilustração. Devido à escassês de imagens em alta resolução sobre o tema, os estudantes foram estimulados a produzir imagens seja por fotografia, pintura digital sobre foto ou qualquer outra técnica que se pensassem ser adequada.

E vamos aos resultados. Os cartazes poloneses estão a esquerda e hollywoodianos à direita. Participe da nossa enquete virtual para escolher o melhor cartaz por categoria. Opine, comente, pergunte! Esta exposição está instalada tambem no corredor do Departamento de Design da Univille.


ALESSANDRA


ANA


ANDERSON


CACO


WAGNER


DANIEL


ELIEZER


FABIANO


FELIPE (vencedor na opinião do publico, em ambas as catergorias com 30% dos votos) 


HELOISA


LUIDMILA


MARCELO


MARIANA


MICHELE


MÔNICA


PATRÍCIA


PENÉLOPE


TAYANE

quarta-feira, 30 de julho de 2008

"Minha vingança será malígna!"...

...já dizia Bento Carneiro – o Vampiro Brasileiro, infâme personagem de Chico Anísio nas noites de quarta, depois da novela.

E Quem ja não se vingou de alguem? ou pelo menos ja teve vontade de se vingar ou ainda, mais patéticamente, ja não teve vontade de ter motivo pra se vingar?

Ao contrario do Bento Carneiro que, pra se vingar, só fazia cuspir no chão e maldizer os outros, tem outros personagens que realmente têm a manha da vingança. Por isso, cá estou eu novamente para dar uma dica de cinema, mais especificamente para indicar uma grande trinca de filmes cujo tema, ja deu pra perceber, não poderia ser outro: VINGANÇA!!

Esses filmes, aos quais me refiro, são conhecidos como a Trilogia da Vingança do diretor sul-coreano Park Chan-Wook. Sem saber disso, assistí a dois desses filmes de forma isolada e percebi ambos eram muito decentes e parecidíssimos em narrativa, ritmo e fotografia, mas só depois fui instruido de que se tratava do mesmo diretor (tá, eu sou desatento) e que havia mais um do mesmo estilo, então tratei logo de assistir.

Bom, como de costume não vou fazer resenhas, o intuito aquí é apenas indicar. Me atenho a dizer que nos 3 filmes temos uma boa história, violência, personagens inusitadas e até algumas risadas se vc tiver um pouco de sendo de humor, isso tudo mostrado numa narrativa fora do comum. Tudo que Raphael Schmitz precisa pra anestesiar temporariamente o tédio e os pensamentos caóticos.


A trilogia da vingaça, em ordem de lançamento.

O primeiro deles é Sympathy for Mr. Vengeance de 2002. A trama envolve otários bem intencionados, trafico de orgãos, sequestro e fatalidades. No elenco está o ator Park Gang du que posteriormente participaria de The Host (outra pérola!!). MrV é um bom filme, porém o mais fraco dos três.

O segundo muita gente ja conhece, se chama Oldboy (2003). Prisões domiciliares, dupla vingança, safadezas, pancadaria, destruição e maus tratos para com inocentes moluscos!

O ultimo deles, e o melhor dos três na minha opinião, é Lady Vengeance. Descrevo esse filme como um Amelie Polin Heavy Metal com estratagemas elaboradíssimos, uma verdadeira aula de vingança!

Recomenda-se assistir na ordem de lançamento (qualidade crescente) com uma saca de seu salgadinho predileto e bebidas à gosto.

É, minha gente, vingança pode parecer bom, mas como ja dizia meu velho amigo sem-teto Chaves: "a vingança nunca é plena. Mata a alma e a envenena". Mas não seria o veneno antes, Chaves?


O vingativo Bento carneiro e o comparsa Calunga desprezando os conselhos de Chaves.

domingo, 27 de julho de 2008

Por que essa gente é assim?

Os estilos variam do realismo ao desleixado, passando por quase todas as escolas e movimentos artísticos, importando apenas que o resultado transcenda a forma e até mesmo o propósito do trabalho. O foco é a expressão do artista e não necessariamente a aplicação. As composições exigem participação ativa do observador pra sua interpretação: devem ser “lidas” e não apenas vistas. Com sua estética peculiar, que desperta interesse até do mais alheio dos observadores, os cartazes poloneses se tornaram muito difundidos em tempos de Internet e informação fácil. Uma das facetas mais populares desse movimento talvez seja a releitura dos cartazes de filmes americanos. Veja alguns exemplos:










Mas por que esses pôsteres são assim tão diferentes? O Fato é que os polacos levam muito a sério esse negócio de fazer cartazes. Os artistas gráficos na Polônia vêm se organizando desde 1890 com o comércio e a comunidade artística manifestando muito interesse por essas peças gráficas para promover suas atividades. Os primeiros cartazes foram feitos por pintores, alguns com grande renome na Polônia, que passaram a se dedicar cada vez mais ao cartazismo. Os trabalhos se destacavam da produção no restante do mundo pela utilização elementos da arte tradicional e certas características do Design como a valorização da leveza na comunicação e, principalmente, liberdade de associação do tema com a forma.


cartazes feitos na polonia entre 1910 e 1930

A Polônia sempre foi uma terra meio conturbada: passou boa parte de sua história recente subjugada por outras nações ou as expulsando de seu território; foi literalmente devastada nas duas grandes guerras e viveu sob um rigoroso regime comunista até a morte de Stalin no fim da década de 50.

Mas o comunismo acabou por criar um ambiente propício para o desenvolvimento da arte dos cartazes: durante esse período, a propaganda não existia simplesmente para se vender algo, mas sim feita principalmente por prestígio. Os produtos já eram vendidos por si só, ou seja, pela necessidade, e as empresas muitas vezes empregavam sua verba de promoção na contratação de um grande artista para projetar um cartaz. Este artista então, livre de amarras comerciais, tinha maior liberdade para aplicar todo seu talento no desenvolvimento de suas idéias. Com os filmes, raros e muito populares, não era diferente: não havia necessidade de divulgação. Os ingressos esgotavam muito antes das estréias e o cartaz servia simplesmente como desdobramento artistico do filme.


cartazes feitos na polonia entre 1930 e 1960

A cultura dos cartazes se fortalece cada vez mais: surgem os primeiros colecionadores, acontece primeira bienal internacional de cartazes na capital Warsaw em 1966 e, dois anos mais tarde, é inaugurado o primeiro museu de cartazes do mundo, na cidade de Wilanow, consagrando a tradição polonesa nos cartazes.


Inauguração do Museu de Cartazes de Willanov - 1968

Os cartazes para o teatro e cinema da Polônia tinham a característica de tentar captar a essência da história ou do gênero por meio de metáforas visuais e não simplesmente ilustrando uma cena ou personagem especificos. Por outro lado os cartazes produzidos no ocidente estavam comprometidos com bilheteria e faturamento. Dar evidencia ao rosto e aos nomes das estrelas era prioridade e, freqüentemente previsto até em contrato. É válido lembrar também que apelos sensuais ou exaltações ao indivíduo em detrimento ao grupo (recursos fáceis porém eficientes e comumente usados no ocidente) não eram permitidos dentro de um regime comunista.

A distribuição de cinema na Polônia era monopolizada pela estatal Film Polski, que invariavelmente designava um artista polonês para produção dos cartazes para os filmes estrangeiros. Filmes americanos eram relativamente raros e eram muito populares entre os poloneses e a visível influencia cultural exercida por esses filmes na sociedade polonesa começou a preocupar o regime comunista a ponto de serem banidos do país entre 1949 e 1957. Essa prática de releitura dos cartazes hollywoodianos então retornou e prosseguiu oficialmente até o inicio dos anos 90 quando tem fim o monopólio da Film Polski e, com a entrada das grandes distribuidoras como Warner e Paramount, a divulgação dos filmes passa a ser feita com os cartazes originais nos moldes americanos. No entanto, até hoje alguns artistas ainda tentam continuar o trabalho com séries limitadas de pôsteres (entre 300 e 500) que nunca são de fato utilizados, mas sim vendidos em galerias.

Para ver e saber mais / Referências:
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2005/10/11/005.htm
http://info-poland.buffalo.edu/classroom/poster/poster.html
http://www.cinemaposter.com/
http://www.internationalposter.com/
http://www.polishposter.com
http://www.polish-poster.com
http://www.theartofposter.com/

Site do Museu de Cartazes de Willanow:
http://www.postermuseum.pl/

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Pussygato - Pancadaria e Destruição na Ilha

Pussygato voltando a Ativa! Pra quem não sabe, este ser aqui tem uma bandinha. Nada de muito pretencioso, é apenas algo que fazemos por diversão ja que cachês não existem (geralmente até desembolsamos grana pra poder tocar) e no repertório só tem covers. Vamos tocar em Floripa domingo, junto com a banda Sebastian. É o segundo show em menos de um mês e isso é otimo.

Seguem dois videos do Pussygato em ação: na festa do blog ZéGuardinha.com, com um trechinho de Enter Sandman, e um do ensaio no estúdio ocotea com Too Good to Be true, um punkzinho bem legal do Motorhead.




Então, quem estiver de bobeira em floripa domingo, já sabe. Valeu!

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ATUALIZANDO
01.06.08
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Bom, não rolou show. Cancelado por causa da chuva. yé yé /o/



sexta-feira, 16 de maio de 2008

Orfanatos

Até pouco tempo, nunca tinha entrado em nenhum orfanato. Nunca precisei e nunca tive vontade. Na ficção, o senso comum nos remete à crianças rosadas e esperançosas, maltradas por alguma funcionaria malvada. Na realidade, imagino que sejam lugares monótonos, com crianças dentro, visitados esporadicamente por pessoas que costumam fazer caridade e que sejam administrados por algum orgão do governo que controle adoção de alguma maneira não tão eficiente como deveria ser. Nenhuma dessas abordagens me interessa.
Acontece que recentemente conheci dois orfanatos, ambos na ficção mas em mídias diferentes e gostaria de falar um pouco deles.

O Orfanato Rose Garden foi o primeiro deles. É o palco da história de Rule of Rose (2006), game para playstation 2 que foi avaliado como medíocre por uma revista especializada. Simpatizei com o jogo, já que o gráfico não parecia ser dos piores e o gênero me agradava: Horror de Sobrevivência, oh yeah! \o/

Inglaterra dos anos 30. Jenifer está dentro de um ônibus, seguindo por uma estrada escura no meio do nada quando um garotinho misterioso lhe entrega um livro de histórias e foge. Seguindo o garoto, Jenifer vai parar no meio da floresta e logo se vê envolvida com uma sociedade formada pelas crianças que vivem no Orfanato Rose Garden, a Red Crayon Aristocrats, com suas regras insanas e prendas cruéis. A medida que avançamos na história, Jenifer descobre que várias coisas naquele orfanato lhe são familiares e que sua presença ali não é por acaso.

Com Horror psicológico dos bons, a trama de RoR deixa abertura pra várias interpretações e o que eu interpretei no final foi medonho pra caramba.

Mas, apesar de que juntar as peças do quebra cabeça no final seja um deleite, o ato de jogar Rule of Rose não é das coisas mais prazeirosas que ja fiz. A CG de introdução é impecável e o projeto gráfico pra lá de competente. O game começa bem (nos primeiros 3 minutos) mas aí começamos a perceber falhas em aspectos técnicos como combate, jogabilidade e design de alguns níveis e modelos. Enfim, como jogo, Rule of Rose é mesmo medíocre.

Como aconteceu com o filme Sweeney Todd, novamente um formato desagrádavel esconde um conteúdo valioso: história agoniantemente intrigante e atmosfera brilhantemente composta, o que me fez perder algumas horas pra ir até o fim do jogo.

Como provavelmente ninguem que leia isso vai se aventurar com o game, seguem alguns videos pra dar uma noção da proposta de RoR abaixo:




Essa história merecia, na falta de um game melhor, um livro ou então um filme (escritores e cineastas, escutai esse pobre nerd!). É aí que entra o meu outro orfanato preferido...

Depois de ter dirigido o fantástico Labirinto do Fauno (que se vc ainda não viu, fica aqui determinado, imposto e exigido que você assista, e logo), diz a lenda que Guilermo del toro deu uma bela espiada em Rule of Rose para se inspirar para a produção de El Orfanato.

Ainda antes do lançamento, tive esperança que o filme fosse uma adaptação ou pelo menos que usasse muito da história de Rule of Rose, o que na realidade não aconteceu mas trouxe como resultado uma história "default" de fantasmas muito bem contada.

El orfanato se passa nos dias atuais, e conta a história de uma mulher que compra a casa onde funcionava o orfanato onde foi criada para reabrir a instituição. Mas assim que a familia se muda para o lugar, o filho começa a arranjar amigos imaginários demais...

El Orfanato é decente. Tem boa história, sustos, tensão, uma reviravoltazinha e a clássica cena de banheiro em que você logo pensa: "vai dar merda". Raphael Schmitz recomenda.

Seria isso, jogue o jogo, veja o filme, inspire-se, produza algo de bom, contribua com o mundo e seja feliz. Valeu!


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ATUALIZANDO
01.06.08
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Está aí o real motivo desse blog: trocar ideías. Fui alertado pelo comentário do colega Julium a respeito de mais uma história de orfanato que vale a pena: A Espinha do Diabo (El Espinazo del Diablo, 2001). Dirigido também por Del Toro é uma história clássica da fantasma vingativo, ambientada durante a guerra civil da Espanha nos anos 30 (assim como O Labirinto do Fauno). Bizarrices, violência, sexo sexagenário (iac!) e suspense bem feito, vale o download ou locação, a pizza, a pipoca, a cerveja e tudo mais! Matou à pau.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Conteúdo alheio, válido e pertinente

Faz tempo que não posto alguma coisa e também não há previsão para fazê-lo por enquanto. Hora de prestigiar os colegas blogueiros que estão produzindo e compilando um monte de coisa decente em meio a esse caos internético, hiperinflado de babozeiras. Acompanhe:
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http://4tcombo.blogspot.com


"Mudanças estão ocorrendo. Esteja preparado". No Blog 4TCombo, o Prof. Elcio Ribeiro, além de apresentar seu portifólio, reúne um mix de conteúdo muito interessante que vai de Teoria do Design a Comportamento do Consumidor falando principalmente de tendências e inovação com destaque para ferramentas de web 2.0.

No post mais recente, o 4T compila a maravilhosa série "A Era do Videogame" do Discovery Channel, que faz uma análise antropológica dos Videogames: sobre como eles refletem o contexto histórico e social da humanidade e os fenômenos sociais por eles criados. Bem melhor do que ficar vendo a onça no Globo Reporter.

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http://fotoaula.blogspot.com


No Fotoaula, a Profa. Karla Pfeiffer publica o conteúdo de suas aulas de fotografia, organiza exposições e enquetes, indica sites, e exposições da produção fotografica local e nacional.

Destaque para a
exposição da qual a Professora Karla está participando, sobre a população silvícola local, que vai até o dia 21 desse mês no complexo cultural Antarctica.

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http://acougue-enfermaria.blogspot.com

A Ilustradora e estudante de Artes Plásticas Camila Torrano, ou Butcherlady pros amigos, mostra seu sólido trabalho no Açougue-Enfermaria. Entre peças de carne e bandagens, surgem personagens e cenas que vão do grotesco-fofo ao sensual-bizarro.

No blog estão basicamente as produções acadêmicas de Camila mas há links para seus webportifólios no DeviantArt e Carbon Made. Vale a pena conferir cada imagem.

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Era isso. Ligue a trilha do dia e dê uma passeada nesses conteúdos, assim como nos demais na lista de links aqui do Blog. Até mais!